Ricardo Azevedo - 15 Anos de Carreira

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11.1.08

ShowCase El Corte Inglês, Vila Nova de Gaia Novembro 2007


Entrevista e Fotos por Anabela da Silva Maganinho

Excerto da Entrevista

Especial pelo “Prefácio”

Ricardo Azevedo esteve presente no El Corte Inglês, de Vila Nova de Gaia, no passado dia 10 do corrente, para um showcase de promoção do mais recente álbum “Prefácio”.
Numa nova etapa a solo, o músico, oriundo de Santa Maria da Feira, pretende afirmar-se no panorama da música nacional com canções em português.
Ricardo iniciou o seu percurso por bandas da terra, ainda que o salto para a ribalta se tivesse dado com a formação Ez Special.
“Prefácio” é o álbum de estreia de Ricardo Azevedo que conta com a produção de Saul Davies e com a colaboração de Rui Veloso.
A percorrer o país de Norte a Sul o que é pretendido neste projecto é vingar na música e evoluir continuamente de álbum para álbum, tentando a conquista “entre o sol e a lua” .
O prefácio de uma carreira

Anabela (A) -Vamos começar por recuar uns anos. Como surgiu este gosto pela música?
Ricardo Azevedo (RA) – É preciso recuar mesmo muito tempo. Lembro-me de ser muito pequeno quando vi o filme “Grease”, com John Travolta e Olívia Newton-John. Fiquei fascinado com aquele filme e pensei que cantar era bom e que aquele mundo era fantástico. Um pouco inspirado nesse filme escrevi, mais tarde, a música intitulada “I feel like John Travolta”. Os discos da minha mãe e das minhas tias do Elvis, dos Queen, entre outros fizeram parte das minhas referências, assim como um CD que arrecadava os maiores êxitos portugueses da década de 50 até à década de 70. Cada ano tinha vários sucessos e eu recordo-me que só gostava dos grandes sucessos e que queria ser artista de grandes sucessos e de fazer grandes músicas para as pessoas.

A – A tua mãe dizia que gostava que fosses como o Elvis Presley. Identificas-te, de alguma forma, com a estrela do rock?
RA – Ela disse isso, mas sem grande compromisso. Foi uma forma de me motivar a pegar na viola. Aprendi a gostar de música através do Elvis: tinha CD’s, mais tarde comprei DVD’s, coisas sobre a vida dele… Apesar dele não ser um excelente compositor sabia bem como queria interpretar e o que produzir. Considero que ele fazia um boneco interessante e conseguia fascinar o público. Nesse sentido, identifico-me com ele.

A – Entretanto, enveredaste por bandas de Santa Maria da Feira. Recorda-nos essas experiências.
RA – Isso foi mesmo há muito tempo. Tenho que recuar muito atrás e tenho que te dar uma resposta, se calhar, não tão profunda. Iniciei o meu percurso a tocar guitarra em bandas que as pessoas não sabiam tocar. A posteriori, saltei para outra e outra banda. Grupos não só de Santa Maria da Feira como também de S. João da Madeira. Algum tempo depois é que comecei a cantar: cantava e tocava guitarra. Estive inserido em vários projectos até ao projecto mais sério antes dos EzSpecial. Chamava-se John Doe e contou com o Fernando Tavares e o Mário Sá (Ez Special) já no final da banda. Constatamos que o nome não tinha nada a ver com a banda e foi então que mudamos para Ez Special. O resto as pessoas já sabem.

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