Ricardo Azevedo - 15 Anos de Carreira

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20.5.08

12º Festival da Juventude trouxe ao Caracas Ricardo Azevedo

Ricardo Azevedo esteve, no dia 26 de Abril, no Cine-Teatro Caracas, em Oliveira de Azeméis, no âmbito do 12º Festival da Juventude e o Mais Alerta Jornal aproveitou a oportunidade para conhecer melhor este jovem cantor de Santa Maria da Feira (mas nascido em Espinho).
Com várias músicas conhecidas no seu reportório, como “My Explanation”, “Daisy” e “I really am such a fool”, este jovem cantor e compositor ficou conhecido após um single publicitário do Millennium BCP, onde se fazia ouvir a cantar o tema “Pequeno T2”. As expectativas para este concerto eram elevadas. Esperava-se um grande espectáculo com casa cheia. No entanto, não houve muita adesão por parte do público como era esperado, talvez por falta de promoção. Em conversa com Ricardo Azevedo, antes do espectáculo começar, procurámos saber também o que correu mal para que a casa não tivesse enchido.

Não houve grande adesão no Caracas… O que falhou?
Não sei. Vim à Azeméis Fm na quinta-feira (24 de Abril) dar uma entrevista e vi poucos cartazes. Aliás, só vi um no Cine-Teatro. Até falei com a organização sobre isso e eles disseram que houve uma falha na colocação dos cartazes. Poderá ter sido da organização, mas não tenho que criticar ninguém, nem quem não quis vir. Não posso criticar os organizadores porque foram eles que me trouxeram cá. As pessoas que eu vi ali são as suficientes para me deixar motivado.

Como surgiu a oportunidade do Ricardo Azevedo gravar para o Millennium BCP?
Foi sorte. Já existia a música que já passava em algumas rádios. Depois tive a felicidade dos responsáveis ouvirem a música e de serem eles a ouvi-la. Não fui eu que fui atrás deles. Porque, se calhar, se fosse ao contrário, não teria acontecido nada. Foi uma situação feliz porque estava numa fase de transição. Tinha saído de uma banda para uma carreira a solo.

Quais os motivos de ter saído da banda?
Acho que já toda a gente sabe. Já faz parte do passado. Não vale a pena estar sempre a bater na mesma tecla. Estou concentrado em fazer o melhor trabalho possível e a ter uma boa projecção neste momento. As principais rádios estão a tocar mais do que uma música – RFM, Renascença... Tenho uma campanha a rebentar novamente, a dois de Maio.

Projectos para o futuro?
Estou a preparar o meu disco que é para o ano. Quero também tentar fazer com que esta “sorte”que estou a ter, me ajude a produzir um disco o melhor possível e continuar a crescer.

Como vai ser a digressão deste ano 2008?
Estou com cerca de 30 concertos marcados.

Como é que as pessoas reagem quando sobe ao palco?
Sei lá (risos). Já tenho à vontade para estar no palco. Já dei centenas de concertos neste país, com boas condições, com muito público à frente e, por isso, para mim, é normal estar em palco. Sinto-me muito mais à vontade em palco do que na praia.

Quais são os temas que mais gosta de cantar? Algum em especial?
Os que me dão mais gozo, normalmente, são aqueles que dizem algo às pessoas, que dão expectativas. Sou uma pessoa que gosta de fazer canções e que essas canções façam parte das pessoas. Por isso, há algumas mais do que outras: os singles, as músicas conhecidas.

O Ricardo também compõe?
As músicas são minhas a 100%. São todas filhas mas, como autor, sinto uma certa vaidade e felicidade por ver que as músicas que faço chegam às pessoas. Nunca diria que o “Pequeno T2” iria ser o sucesso que foi. Aliás, nem era a minha aposta para single, mas a sorte, o destino, ou o que é que quer que seja, levou a música a ser um sucesso. É um momento especial, quando estou no palco e vejo as pessoas e as crianças a cantar e a saltar. Não é tanto pelo sentimento da música mas pela reacção das pessoas, a alegria que proporciona. Fico feliz, não propriamente por estar a cantar mas por esta interacção. Já com “Daisy” aconteceu o mesmo. Quando se tocam músicas conhecidas e que cativam as pessoas, é isso que me motiva também a querer sempre fazer mais, fazer músicas melhores.

Como vai ser para o novo disco?
Agora que tenho esta oportunidade de ouro, que é uma oportunidade de me afirmar totalmente no próximo disco, não quero desperdiçar. Quero fazer o meu melhor disco até hoje, pelo menos, é para isso que vou trabalhar. As pessoas sabem que o mercado não somos só nós e não é só a nossa qualidade. É preciso ter sorte, é preciso as portas estarem abertas. Foi difícil esta transição.

Quantos elementos compõem a banda?
São cinco elementos, contando comigo.

Foi difícil criar uma banda?
Não foi difícil. Já conhecia algumas pessoas e outras fui conhecendo. A minha banda tem a minha irmã que toca teclas e o Nuxo Espinheira (dos BlindZero) – um grupo que eu já seguia muito antes de fazer sucesso, já fui ver muitos concertos deles (risos). O Vítor Silva e o Sérgio Silva, conheci-os mais tarde. São músicos de grande qualidade.

Qual o espectáculo que te marcou mais até à data?
Foi a Passagem de Ano no Porto. Havia muita gente, muito frio mas nem senti nenhum.

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