29.9.09

Rádio Clube da Feira


De Fornos para o mundo, universal, da música, com o português como língua de excelência no crescimento do feirense Ricardo Azevedo. Os novos temas de Manual do Amor vão assumir preponderância na produção nacional da TVI, com milhões de espectadores.

Com traballho de produção de Mário Barreiros, Ricardo Azevedo aposta em "Três Tentativas", "O Beijo (O Lado mais puro), "Somos Dois Espaços", "Luz Fraca", "Na Guerra e na Paz", "Mundo Maior", A Lua Comigo", entre outros.

Ricardo Azevedo esteve no estúdio da Rádio Clube da Feira, esta segunda-feira, em Manhãs RCF, com Paula Albuquerque e Aldino Silva e teceu elogios a quem divulga o que é português. "Nunca esquecerei o apoio da RCF à música portuguesa e no meu percurso. Estão a fazer um grande trabalho, continuem com essa força", afirmou.

O Manual do Amor do cantor fornense procura transportar o máximo de paixão e de ondas positivas para as músicas. "É apenas um manual poético, onde a sugestão é o amor. Não existem respostas, mas a conclusão que não existe só uma razão. O manuel ninguém o tem. Dedico este disco ao público que me ouve e absorve o meu trabalho", afiançou Ricardo Azevedo, que continua em grande destaque no panorama musical português e em momento algum renega às suas origens, de Fornos, do concelho de Santa Maria da Feira.

Não muito longe vai o tempo em que fez furor com o T2, na zona da Cruz, na cidade que cedo o aclamou. Ele continua a virar "a vida de pernas para o ar", pela autenticidade que transmite e pela força que o faz triunfar, pela qualidade que apresenta, agora unicamente em português.

Fonte

28.9.09

O Manual do Amor



"O Manual do Amor"

1. Três Tentativas
2. O Beijo ( O Lado Mais Puro )
3. Somos Dois Espaços
4. Luz Fraca
5. Na Guerra E Na Paz
6. Soma De Mim
7. Mundo Maior
8. O Dia Não Está Fácil
9. A Lua Comigo
10. Rua 320
11. Vender A Alma
12. O Manual Do Amor

25.9.09

Entrevista a Ricardo Azevedo: "este é um álbum mais maduro e orgânico"

Depois do sucesso de "Prefácio" , o álbum de estreia de Ricardo Azevedo , o ex-EZ Special regressa à edição discográfica com "O Manual do Amor" , produzido por Mário Barreiros e definido pelo próprio como "um álbum mais maduro e com uma sonoridade mais próxima de uma banda".

Poucos dias antes da edição (a 28 de Setembro), a MusicaOnline esteve à conversa com o compositor de Santa Maria da Feira autor de sucessos como "Pequeno T2" ou "Entre o Sol e a Lua" para descobrir os segredos de músicas como "O Beijo" (primeiro single) ou "Luz Fraca", duas músicas que já tocam nas rádios nacionais.

MusicaOnline: "Prefácio", o teu primeiro álbum a solo foi um estrondoso sucesso e fala-se muitas vezes do fantasma do sucessor. O que mudou neste "Manual do Amor"?

Ricardo Azevedo: Procurei que este fosse um disco mais crescido, mais maduro e para isso recorri a um método de gravação diferente para que soasse mais orgânico e mais próximo de um disco de uma banda. O "Prefácio" era um disco polido, muito trabalhado e com pouco recurso a guitarras, ao contrário do que acontece no "Manual do Amor". Apesar de este disco ter um título romântico tem músicas com uma roupagem mais rock. Sinto que cresci enquanto autor ao nível da composição e da lírica e parece-me um álbum mais "fresco".

MO: O Mário Barreiros é um produtor com muita experiência. Como foi trabalhar com ele?

RA: Fiquei muito entusiasmado quando me disseram que ia trabalhar com o grande Mário Barreiros e o mais surpreendente foi que, mesmo com toda a sua experiência, ele deixou-me guiar as músicas para onde queria. No fundo ele sabe que a música tem que "respirar" e tem que ser cantada de uma forma natural, por isso me deixou tão à vontade. Claro que em algumas músicas deu pequenas orientações e foi introduzindo novos instrumentos, mas deu-me sempre muita liberdade.

MO: O primeiro single, "O Beijo", fala de problemas de expressão. Eras tímido em criança e achas que a música funcionou como intercomunicador?

RA: Era demasiado tímido e mesmo em relação à música fui um pouco empurrado. Desde muito pequeno que adorava música, mas não tinha força para combater a timidez pelo que foi a minha mãe que quase me obrigou a dar o primeiro passo. Marcou-me as aulas de viola e a partir daí consegui vencer a timidez e fazer aquilo com que sempre sonhei. Nunca me passou pela cabeça aparecer na televisão ou tocar na rádio, mas acabei por consegui-lo e isso é muito gratificante.

MO: Porque escolheste "O Beijo" como cartão-de-visita?

RA: "O Beijo" é uma música positiva e acho que foi isso que pesou mais na altura de escolher o single. Não significa que seja a melhor música do álbum, mas pareceu-nos a mais indicada para dar o pontapé de saída. Neste momento a "Luz Fraca" também já passa nas rádios e espero que muitas mais por lá passem (risos).

Não gosto muito de explicar as canções porque gosto que as pessoas as abracem e lhes atribuam significado. O importante é que as levem para as suas vidas. O maior elogio que posso receber é saber que uma música minha fez parte da vida de alguém, nem que tenha sido por um curto espaço de tempo.

MO: Todo o álbum tem uma mensagem positiva. Não sentes o triste Fado de ser português?

RA: A tristeza não me absorve. Artisticamente às vezes sinto-me um pouco triste por sermos um país pequeno e não conseguirmos ultrapassar as nossas fronteiras e influenciar outras culturas tanto como poderíamos. É muito difícil para um artista português singrar ao nível internacional, mesmo com toda a qualidade que nós temos, mas o importante é persistir.

Em relação às músicas, tentei passar uma mensagem de esperança numa vida melhor. Claro que há coisas que me preocupam muito, sobretudo agora que fui pai, tais como a posse de armas, as guerras ou a fome, mas procurei esquecer por momentos esse lado negativo e procurar o melhor de mim.

MO: Imagino que mostres as músicas à tua filha. Já tiveste uma reacção menos positiva?

RA: Sim, várias vezes (risos). As crianças são extremamente sinceras e a minha filha não percebe que tenho que fazer canções porque sou um artista. Por ela estava sempre a cantar o "Pequeno T2", mas, curiosamente, já decorou alguns refrãos do novo álbum o que é um sinal muito positivo.

MO: Deste a cara a uma campanha publicitária, mas eras capaz de emprestar uma música a um Partido político?
RA: Não, porque poderia ser mal interpretado e ficar erradamente conotado. É verdade que na publicidade também há esse risco mas é uma oportunidade de mostrar o nosso trabalho sem qualquer conotação ideológica.

O mercado da música em Portugal é cada vez mais denso e torna-se muito difícil conseguir "furar" pelo que temos de aproveitar todas as oportunidades, mas, felizmente já não preciso de me associar a uma corrente ideológica para me fazer notar.

Fonte

23.9.09

Ricardo Azevedo - ‘Manual do Amor’

Ricardo Azevedo

‘Manual do Amor’ é o seu segundo álbum a solo
À venda dia 28 de Setembro

Ricardo Azevedo está de regresso com o seu segundo álbum a solo, 'O Manual do Amor'.
Gravado entre Lisboa e Madrid, este trabalho tem a produção de Mário Barreiros.

'O Manual do Amor' é o sucessor do primeiro disco a solo do artista, 'Prefácio', de onde foram retirados alguns dos grandes sucessos de rádio dos últimos dois anos como 'O Pequeno T2' e 'Entre o Sol e a Lua'.

"O Beijo" (canção que faz parte da banda sonora da novela da TVI "Deixa que te leve") e "Luz Fraca” (que fará parte da banda sonora da nova novela da TVI "Meu Amor") são os dois singles que tocam nas rádios portuguesas.

Já este ano, Ricardo Azevedo foi convidado para fazer as primeiras partes dos espectáculos de Anastacia em Portugal, tendo actuado no Pavilhão Atlântico.

Recorde-se que Ricardo Azevedo liderou a banda Ez Special até ao ano de 2006, tendo dado mais de 300 concertos de Norte a Sul do País, passando por salas emblemáticas como os Coliseus de Lisboa e do Porto.
Com o lançamento do seu álbum de estreia a solo, Ricardo teve um aumento de popularidade, tendo sido a cara e a voz de uma das maiores campanhas publicitárias do Millennium BCP, com o tema ‘O Pequeno T2’.

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O amor segundo Ricardo Azevedo

Ricardo Azevedo lança na próxima segunda-feira "O manual do amor", o segundo álbum de originais. Depois de "Prefácio", o artista surge agora num trabalho que descreve como "mais orgânico" e com um nome "sugestivo".

De acordo com o cantor, este disco representa algo mais "fresco", sempre dentro da pop e do rock. Apesar do nome do CD, o artista garante que não pretende dar conselhos, mas sim sugerir que "as pessoas, com as suas vivências, façam o seu próprio manual do amor". Até porque, recordando a música homónima, Ricardo Azevedo afirma que o manual "não se vende, nem se compra".

No que toca a objectivos, o artista considera que, neste momento, não está a quantificar nada. "As coisas têm corrido bem. Quero é construir uma carreira sustentada e sempre com os pés bem assentes na terra", explica.

Para se lançar a solo, Ricardo deixou para trás seis anos no grupo EZ Special, garantindo que, com esse passo, estava "à procura de realizar um sonho antigo, lançar um disco a solo". Assim, foi "um artista que fez uma ponte de uma banda para uma carreira a solo, de Inglês para Português e foi um sucesso", garantindo, contudo, não ter sido fácil. Em 2007, o cantor lançou "Prefácio", no qual constavam canções como "Entre o sol e a lua" e "Pequeno T2", que acabaram por lhe conferir alguma notoriedade.

Quando se lançou a solo, Ricardo Azevedo começou a cantar em Português. Esta mudança possibilitou que desaparecesse "uma barreira" com o público, pois o cantor tinha a consciência de que algumas pessoas não compreendiam o que cantava.

Na hora de compor, Ricardo compara-se com uma "esponja", porque gosta de "absorver tudo". "O melhor elogio que me podem fazer é 'aquela música encaixa na minha vida'", afirma.

Neste ano, o músico fez a primeira parte dos concertos que a cantora americana Anastacia deu em Portugal. O cantor garante ter gostado, uma vez que isso proporcionou tocar para o "público dela em Portugal".

21.09.09
Jornal de Notícias