O Amor não me quer encontrar nas últimas músicas adicionadas na rádio comercial :D
12.2.12
O Amor Não Me Quer Encontrar em votação no TNT @ Rádio Comercial
O single de avanço (O Amor Não Me Quer Encontrar) do próximo albúm de Ricardo Azevedo está em votação no TNT da Rádio Comercial!!! Tocar a votar ;))
Votar aqui:
http://radiocomercial.clix.pt/tnt/index.html
4.12.11
Ricardo Azevedo @ O amor não me quer encontrar
E aqui está o single de avanço do novo album do Ricardo :)
"O amor não me quer encontrar"
"O amor não me quer encontrar"
10.11.11
Entrevista Ricardo Azevedo - verportugal.net
A solo e em português: sinónimo de sucesso para Ricardo Azevedo
O país conheceu-o, em 2002, como sendo o vocalista e autor dos maiores
êxitos da banda EZ Special. Os fãs pediam-lhe que cantasse em Português.
Em 2006, Ricardo Azevedo, tomou a decisão: cantar a solo e na língua de
Camões. O sucesso foi garantido e o músico assegura que a mudança
prende-se com a vontade de realizar os seus sonhos. O primeiro trabalho a
solo intitulou-se “Prefácio” e é cantado em português. Nas treze
canções, Ricardo Azevedo aborda temas como a dificuldade em arranjar
emprego, a crise do País, a falta de dinheiro e as ansiedades que essas
questões criam, as paixões e os defeitos. A música 'Pequeno T2', que
serviu para a campanha publicitária do Millenium, ajudou Ricardo Azevedo
a ficar ainda mais conhecido. Desta vez na sua carreira a solo. Em
entrevista ao VerPortugal.net, o músico de Santa Maria da Feira, fala do
percurso efectuado e do próximo álbum a colocar à venda em 2012.
Há quantos anos está ligado ao mundo da música?
De forma profissional estou ligado ao mundo da música há pouco mais de uma década.
Como é que surgiu essa paixão?
Como
amador a paixão pela música surgiu há cerca de 20 anos, quando
frequentava o liceu. Nessa altura era um passatempo. Nas festas da
escola, em conjunto com amigos, costumava actuar com músicas muito
simples e com poucos acordes. Tudo muito mal tocado. À medida que o
tempo ia passando o gosto por esta área foi aumentando e as
oportunidades começaram a surgir. O sonho foi-se tornando realidade.
Já tocava algum instrumento antes de criar a banda?
Sim.
O primeiro instrumento que toquei foi a guitarra eléctrica que os meus
pais me ofereceram. Esse era o instrumento que usava para actuar nas
festinhas de escola. Mais tarde comecei a cantar, também com a guitarra
eléctrica. A viola foi o instrumento seguinte. Foi muito importante a
mudança porque a viola dá outra sensibilidade para compor. Dá mais
espaço para a voz, o que é uma mais-valia.
Compõem as próprias músicas e a letra também?
Sim. As letras e músicas sou eu quem as compõe.
Lembra-se da primeira letra que escreveu para as festas de liceu?
Não
escrevi as primeiras letras sózinho. Como ainda não tinha descoberto o
jeito para a escrita, tive a ajuda dos restantes elementos da banda a
que pertencia. Uma espécie de banda de garagem. É importante explicar
que naquela altura ninguém sabia nada. O que se cantava e tocava não
tinha qualidade, a avaliar pelo que agora é feito. O que tocávamos era
muito simples, quase sem acordes. As letras também tinham de ser
simples. Mas…lembro-me da primeira música, sim.
Sabe o nome de alguma delas?
Lembro-me que uma se chamava Imensidão. Nessa altura já se escrevia em português e em inglês.
No liceu, o que estudava?
Estudava
Humanidades. Quando acabei o 12º ano ingressei na Universidade e
frequentei o curso de Ciências da Comunicação mas não cheguei a acabar.
Fiquei-me pelo último ano, porque enveredei pelo mundo da música. Até
agora não senti necessidade de terminar o curso mas pode ser que ainda o
faça. Apesar de não me entusiasmar muito, porque é simplesmente ter o
canudo.
Como se sente ao ser um rapaz de uma pacata terra do concelho de Santa Maria da Feira que de repente começa a aparecer na televisão, a ser conhecido. Como passou a ser tratado?
Não
sei…sou uma pessoa simples, amigo do amigo e que nunca deixou a fama
subir-lhes à cabeça. Nunca pensei que era diferente dos outros.
Considero que tive sorte, as oportunidades foram surgindo e fui
concretizando os meus sonhos. É verdade que quando comecei a ter sucesso
muitas portas se abriram, como é natural. Com o conhecimento público o
meu trabalho passou a ser mais respeitado, o que é bom. De resto, ser
conhecido tem coisas boas e más. Importante foi também ter tido
reconhecimento a nível local, o que até então não havia acontecido.
Primeiro tive de ter sucesso no País e só depois o tive na minha terra.
Como surgiu o grupo EZ Special?
Foi
consequência de um grupo do qual fiz parte anteriormente. Nele era
vocalista. Em conjunto decidimos mudar o nome. Lembro-me que estava, no
meu quarto, com os restantes elementos quando surgiu o EZ Special. Uma
banda que me permitiu fazer algo de diferente. Gravámos dois álbuns e o
projecto cresceu muito.
Alguma razão especial para ter abandonado a banda?
Quando
sai da banda foi para me lançar numa carreira a solo. Na altura tinha
vontade de fazer alguma coisa diferente. Queria fazer as minhas canções,
apesar dos EZ Special terem surgido à base das minhas canções, mas o
meu objectivo era cantar em português. Ao fazê-lo na banda iria estragar
a identidade EZ Special. Por isso saí para concretizar outro sonho.
Procurei apoios tendo-os conseguido junto da editora Universal que me
assinou como artista. A saída foi pacífica e os demais elementos
prosseguiram com a banda. Confesso que não me senti confortável com a
decisão dos colegas até porque o grupo também era meu e sobrevivia com
as canções que eu escrevia. Mas…não quis ficar com o fardo de estragar a
vida a alguém.
Ler mais aqui
11.7.11
25.6.11
Cover Pequeno T2
Cover do Pequeno T2 interpretada por um grupo de alunos da Escola Básica de Vilas das Aves.
23.6.11
Projecto Comenius "Communication through music"
Entrevista realizada no âmbito do Projecto Comenius "Communication through music" - Agrupamento de Escolas Ave (Vila das Aves, Portugal)
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