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1.6.13

Ricardo Azevedo @ V Encontro de Colectividades de Lourosa

No próximo dia 8 de junho, Ricardo Azevedo estará no V Encontro de Colectividades e Actividades Educativas de Lourosa, que se realiza entre os dias 7 e 10 de junho, no Parque da Cidade de Lourosa.


Local: Parque da Cidade de Lourosa
Entrada Livre
22h

Fonte Cartaz:

14.12.12

Ricardo Azevedo: Uma voz que pinta quadros do dia-a-dia

O artista nascido em Espinho e que, ainda em pequeno, se mudou para Santa Maria da Feira, esteve, desde cedo, ligado à música. Foi um dos membros fundadores da banda EZ Special onde era vocalista. Foi nessa altura que compôs músicas como "Daisy" ou "I Really am Such a Fool", que marcaram a última década da música portuguesa e levaram a banda aos tops nacionais.

Em 2006 resolveu lançar-se numa carreira a solo com o desejo de cantar em português. No seu primeiro álbum, intitulado “Prefácio", todas as canções têm letra e música feita por si e revelou-se um grande sucesso. A música “Pequeno T2 foi um dos temas que mais passou nas rádios em 2008 – com a ajuda de uma campanha publicitária a um banco.

Em 2009, o segundo álbum de Ricardo Azevedo, “O Manual do Amor”, chegou às lojas. Esta colectânea trouxe-nos temas como, “Beijo (O Lado Mais Puro) "ou "Somos dois espaços", que se mantiveram fiéis ao inconfundível estilo do artista.

Recentemente Ricardo Azevedo lançou o seu terceiro disco de originais intitulado "Frente e verso”. Este álbum, composto por músicas pop rock, reflecte as alegrias e tristezas da vida de cada um de nós, dando perfeita continuidade à obra do músico.

Apesar de relativamente jovem, Ricardo Azevedo já colaborou com grandes nomes da música internacional, como a cantora Anastacia ou Saul Davies, guitarrista e violinista dos James. Foi ainda considerado, pelo Biography Channel, como um dos 8 fenómenos da música nacional.

 “O amor não me quer encontrar” é o seu novo single e é tão bom que já se juntou ao sucessos que pode ouvir aqui na Renascença.

Fonte

5.10.12

Ricardo Azevedo @ Escola E.B. 2,3 do Cavado



Ricardo Azevedo esteve presente na Escola E.B. 2,3 do Cavado, no âmbito do evento "Encontros com a Música", promovido pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. O cantor cantou alguns dos seus temas mais conhecidos.

16.7.12

Ricardo Azevedo cumpriu o sonho de cantar no Castelo

“Frente e verso” apresentado no último sábado
Ricardo Azevedo disse-o nestas páginas: Era um sonho cantar no Castelo da Feira. Concretizou-o este sábado à noite no monumento medieval. “Frente e verso” o terceiro álbum de originais, depois de “Prefácio” e de “Manual do amor”, foi apresentado em primeira mão em solo feirense. O cantor fez questão que assim fosse, dando a conhecer um disco que descreve a vida em palavras cantadas. Com rimas cuidadas, frases trabalhadas.

21.6.12

Ricardo Azevedo lança terceiro disco de originais em concerto solidário no Castelo de Santa Maria da Feira

Ricardo Azevedo vai lançar o seu terceiro disco de originais “Frente e verso” num concerto solidário a realizar dia 14 de julho, às 21h45, no Castelo de Santa Maria da Feira. As receitas de bilheteira reverterão, na sua totalidade, para três instituições feirenses: Centro Social “Santa Cruz” – Irmãs Passionistas, Aanifeira e Castelo da Feira. O concerto é organizado pela Câmara Municipal, que desta forma dá seguimento à sua política de apoio a talentos feirenses.Os bilhetes (5 euros) encontram-se à venda nas três instituições apoiadas e no Posto de Turismo local. No dia do concerto, estarão à venda apenas no local do espetáculo. As crianças até aos 12 anos não pagam.

Ricardo Azevedo concretiza assim o sonho antigo de tocar naquele que é considerado o símbolo maior de Santa Maria da Feira. O recinto do espetáculo será na praça de armas, com as suas muralhas circundantes, e o Castelo como pano de fundo. “O cenário perfeito para um concerto memorável”, considera o cantor feirense, que vai apresentar novas canções e recordar algumas das melodias que marcaram a última década do pop/rock português.

10.11.11

Entrevista Ricardo Azevedo - verportugal.net

A solo e em português: sinónimo de sucesso para Ricardo Azevedo

 O país conheceu-o, em 2002, como sendo o vocalista e autor dos maiores êxitos da banda EZ Special. Os fãs pediam-lhe que cantasse em Português. Em 2006, Ricardo Azevedo, tomou a decisão: cantar a solo e na língua de Camões. O sucesso foi garantido e o músico assegura que a mudança prende-se com a vontade de realizar os seus sonhos. O primeiro trabalho a solo intitulou-se “Prefácio” e é cantado em português. Nas treze canções, Ricardo Azevedo aborda temas como a dificuldade em arranjar emprego, a crise do País, a falta de dinheiro e as ansiedades que essas questões criam, as paixões e os defeitos. A música 'Pequeno T2', que serviu para a campanha publicitária do Millenium, ajudou Ricardo Azevedo a ficar ainda mais conhecido. Desta vez na sua carreira a solo. Em entrevista ao VerPortugal.net, o músico de Santa Maria da Feira, fala do percurso efectuado e do próximo álbum a colocar à venda em 2012.

Há quantos anos está ligado ao mundo da música?

De forma profissional estou ligado ao mundo da música há pouco mais de uma década.

Como é que surgiu essa paixão?

Como amador a paixão pela música surgiu há cerca de 20 anos, quando frequentava o liceu. Nessa altura era um passatempo. Nas festas da escola, em conjunto com amigos, costumava actuar com músicas muito simples e com poucos acordes. Tudo muito mal tocado. À medida que o tempo ia passando o gosto por esta área foi aumentando e as oportunidades começaram a surgir. O sonho foi-se tornando realidade.

Já tocava algum instrumento antes de criar a banda?

Sim. O primeiro instrumento que toquei foi a guitarra eléctrica que os meus pais me ofereceram. Esse era o instrumento que usava para actuar nas festinhas de escola. Mais tarde comecei a cantar, também com a guitarra eléctrica. A viola foi o instrumento seguinte. Foi muito importante a mudança porque a viola dá outra sensibilidade para compor. Dá mais espaço para a voz, o que é uma mais-valia.

Compõem as próprias músicas e a letra também?

Sim. As letras e músicas sou eu quem as compõe.

Lembra-se da primeira letra que escreveu para as festas de liceu?

Não escrevi as primeiras letras sózinho. Como ainda não tinha descoberto o jeito para a escrita, tive a ajuda dos restantes elementos da banda a que pertencia. Uma espécie de banda de garagem. É importante explicar que naquela altura ninguém sabia nada. O que se cantava e tocava não tinha qualidade, a avaliar pelo que agora é feito. O que tocávamos era muito simples, quase sem acordes. As letras também tinham de ser simples. Mas…lembro-me da primeira música, sim.

Sabe o nome de alguma delas?

Lembro-me que uma se chamava Imensidão. Nessa altura já se escrevia em português e em inglês.

No liceu, o que estudava?

Estudava Humanidades. Quando acabei o 12º ano ingressei na Universidade e frequentei o curso de Ciências da Comunicação mas não cheguei a acabar. Fiquei-me pelo último ano, porque enveredei pelo mundo da música. Até agora não senti necessidade de terminar o curso mas pode ser que ainda o faça. Apesar de não me entusiasmar muito, porque é simplesmente ter o canudo.

Como se sente ao ser um rapaz de uma pacata terra do concelho de Santa Maria da Feira que de repente começa a aparecer na televisão, a ser conhecido. Como passou a ser tratado?

Não sei…sou uma pessoa simples, amigo do amigo e que nunca deixou a fama subir-lhes à cabeça. Nunca pensei que era diferente dos outros. Considero que tive sorte, as oportunidades foram surgindo e fui concretizando os meus sonhos. É verdade que quando comecei a ter sucesso muitas portas se abriram, como é natural. Com o conhecimento público o meu trabalho passou a ser mais respeitado, o que é bom. De resto, ser conhecido tem coisas boas e más. Importante foi também ter tido reconhecimento a nível local, o que até então não havia acontecido. Primeiro tive de ter sucesso no País e só depois o tive na minha terra.

Como surgiu o grupo EZ Special?

Foi consequência de um grupo do qual fiz parte anteriormente. Nele era vocalista. Em conjunto decidimos mudar o nome. Lembro-me que estava, no meu quarto, com os restantes elementos quando surgiu o EZ Special. Uma banda que me permitiu fazer algo de diferente. Gravámos dois álbuns e o projecto cresceu muito.

Alguma razão especial para ter abandonado a banda?

Quando sai da banda foi para me lançar numa carreira a solo. Na altura tinha vontade de fazer alguma coisa diferente. Queria fazer as minhas canções, apesar dos EZ Special terem surgido à base das minhas canções, mas o meu objectivo era cantar em português. Ao fazê-lo na banda iria estragar a identidade EZ Special. Por isso saí para concretizar outro sonho. Procurei apoios tendo-os conseguido junto da editora Universal que me assinou como artista. A saída foi pacífica e os demais elementos prosseguiram com a banda. Confesso que não me senti confortável com a decisão dos colegas até porque o grupo também era meu e sobrevivia com as canções que eu escrevia. Mas…não quis ficar com o fardo de estragar a vida a alguém. 

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